sábado, 14 de novembro de 2009

Linha do Tempo

O tempo custura a alma
Como uma peça de roupa
Cada segundo que se passa
Um acabamento novo é dado
Sem se perder o feitio original

O tempo nada perdoa
Nem a criança, nem o idoso
Ele muda o riacho
E a água nele corrido

O tempo vai
O tempo vem
Como as ondas do oceano
Nos puxando pras suas profundezas
Com até pouca delicadeza

O tempo não é o remédio
É quanto o temédio leva a fazer efeito
O tempo não é triste, nem alegre
Nem tédio, nem extâse
Ele apenas o é

1 comentários:

Rafael disse...

Ola gustavo, tudo bem?
passei por aqui para ver o blog, muito legal e tenha sempre boas inspirações, que venham entre o céu e o mar,
um abraço,

Rafael Fier
visita depois o meu tbm, vai em blog: www.rafaelfier.com.br
abraço

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